| | TERCERIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE | | | | Alterar tamanho da fonte: A+ | a-ORGANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA MÉDICA
UNIDADE DE INTERNAÇÃO
Corresponde aos serviços e instalações destinados à atenção, cuidados e conforto dos pacientes internados.
Nível 1
Padrão de Exigências
O Hospital conta com instalações adequadas para a atenção e cuidados aos pacientes, dispondo de responsável técnico habilitado para a condução do serviço. As áreas apresentam condições de conforto e habitabilidade que contribuem para a boa assistência.
|
Nível 2
Padrão de Procedimentos
A Unidade de Internação conta com manuais, rotinas e procedimentos documentados, realiza treinando continuado dos técnicos e dispõe de um sistema de coleta e indicadores que permite a condução dos procedimentos e rotinas e avaliação.
|
Nível 3
Padrão de Controle de Qualidade
A Unidade de Internação dispõe de sistemas de aferição da satisfação dos clientes (internos e externos) e participa ativamente do programa institucional da qualidade e produtividade. Seus serviços estão integrados ao sistema de informação do Hospital, dispondo de dados, taxas e indicadores que permitem a avaliação do setor e comparações com referenciais adequados.
|
CORPO CLÍNICO E CONTINUIDADE DA ASSISTÊNCIA MÉDICA
Refere-se à equipe responsável pela internação e assistência durante às 24 horas.
Nível 1
Padrão de Exigências
A estrutura do corpo clínico conta com uma direção médica que supervisiona as ações assistenciais prestadas pela equipe médica, que atua em tempo parcial ou integral e se ocupa do acompanhamento dos pacientes internados durante às 24 horas.
|
Nível 2
Padrão de Procedimentos
Cada paciente se encontra sob a responsabilidade de um médico assistente, no qual se concentram todas as orientações dos especialistas; o médico atua de acordo com as normas definidas no regimento do corpo clínico; as ações médicas são auditadas através dos registros no prontuário.
|
Nível 3
Padrão de Controle de Qualidade
O modelo assistencial baseia-se no enfoque multiprofissional, contando com protocolos clínicos e métodos de avaliação da qualidade.
|
TRANSFERÊNCIAS E REFERÊNCIAS
Refere-se à articulação com outras instituições de saúde para o encaminhamento de pacientes.
Nível 1
Padrão de Exigências
A Instituição dispõe de uma lista de serviços para os quais pode transferir os casos que superam a capacidade resolutiva da unidade, dispondo dos meios de transporte adequados.
|
Nível 2
Padrão de Procedimentos
Existem critérios clínicos escritos relativos às transferências de pacientes para outras unidades de saúde; o meio de transporte utilizado pelo Hospital durante o trajeto conta com os seguintes elementos para o atendimento do paciente de alto risco: assistência, equipamentos para medicina crítica, incubadora de transporte e medicação de emergência.
|
Nível 3
Padrão de Controle de Qualidade
Existem protocolos clínicos para atendimento ao paciente, na fase inicial e durante as transferências, sobre os principais quadros agudos graves tais como: insuficiência respiratória, insuficiência circulatória, insuficiência renal, quadros psiquiátricos agudos e outros.
|
ATENDIMENTO AMBULATORIAL
É o conjunto de elementos que possibilitam atendimento de pacientes para diagnóstico e tratamento quando constatada a não-necessidade de internação.
Nível 1
Padrão de Exigências
O hospital oferece assistência ambulatorial nas especialidades disponíveis; conta com área física própria para a atividade; tem processo de agendamento definido e recursos humanos e materiais adequados para o modelo de assistência proposto.
|
Nível 2
Padrão de Procedimentos
O hospital conta com médicos, equipe multiprofissional e administrativa treinada para preenchimento, organização e arquivamento da documentação clínica e gerencial necessária para realização das práticas especializadas e cirurgias ambulatoriais.
|
Nível 3
Padrão de Controle de Qualidade
O modelo assistencial contempla ações preventivas, de diagnose, terapêuticas e de reabilitação: são feitos levantamentos de indicadores de qualidade e produtividade da assistência oferecidas.
|
ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA
É o conjunto de elementos que serve ao diagnóstico e terapêutica de pacientes acidentados ou acometidos de mal súbito, com ou sem risco iminente de vida, que funciona ininterruptamente 24 horas.
Nível 1
Padrão de Exigências
O serviço conta com médicos e equipe de enfermagem de plantão ativo, para o atendimento das emergências, funcionando em um local de uso exclusivo, dispondo de elementos de área física para as diferentes atividades e de apoio diagnostico e terapêutico incluindo radiologia, laboratório e hemoterapia.
|
Nível 2
Padrão de Procedimentos
O serviço dispõe de um manual de normas, rotinas e procedimentos; a organização do serviço dispõe, pelo menos, dos seguintes especialistas no local ou alcançáveis: Ortopedia, Neurologia, Cirurgia Vascular e Anestesiologia; a estrutura do serviço inclui aparelhagem e equipe treinada para o atendimento de reanimação cardio-respiratória; existem atividades de avaliação dos processos da unidade emergência.
|
Nível 3
Padrão de Controle de Qualidade
O serviço oferece pelo menos uma outra especialidade, além das citadas anteriormente, dispondo de equipamentos e recursos correspondentes; a equipe faz uso de protocolos clínicos para o atendimento de situações de emergência e realiza avaliações periódicas da sua eficiência.
|
CENTRO CIRÚRGICO
É o conjunto de elementos destinados às atividades cirúrgicas, bem como a recuperação pós-anestésica e pós-operatória imediata,
Nível 1
Padrão de Exigências
O hospital dispõe de área de circulação restrita, destinada ao atendimento de cirurgias eletivas e de emergência; dispõe de equipamentos e instalações adequadas; os componentes do Centro Cirúrgico compreendem: salas de cirurgia, lavabo, área de recepção e transferência de pacientes, conforto médico, vestiários e área para recuperação pós-anestésica; a equipe cirúrgica conta com médicos cirurgiões, anestesistas, instrumentadores, equipe de enfermagem e de apoio.
|
Nível 2
Padrão de Procedimentos
O serviço dispõe de um programa que contempla cirurgias de pequeno, médio e grande porte e há um fluxo de atendimento claramente definido através de normas relativas a recepção, conduta cirúrgica e transferência; existe um controle estatístico da produção realizada o qual é utilizado para a melhoria da qualidade nos aspectos clínicos e gerenciais; a equipe mantém-se atualizada quanto aos avanços da tecnologia e do conhecimento médico.
|
Nível 3
Padrão de Controle de Qualidade
Há uma política de adequação de recursos para atender o avanço tecnológico de procedimentos diagnósticos e tratamentos cirúrgicos, a fim de manter o processo de melhoria contínua da qualidade, o qual se apóia num sistema de informação integrado ao programa institucional.
|
ANESTESIOLOGIA
Serviço que atua junto aos Serviços de Cirurgia, Obstetrícia, Radiologia, exames de alta complexidade e outros setores que deles necessitem.
Nível 1
Padrão de Exigências
O hospital conta com profissionais capacitados para executar procedimentos anestésicos com segurança; a infra-estrutura do Centro Cirúrgico garante os equipamentos básicos necessários para o desenvolvimento desta tarefa; o profissional anestesista registra todas as fases do ato anestésico.
|
Nível 2
Padrão de Procedimentos
O Serviço de Anestesia está estruturado de maneira a garantir a cobertura assistencial, por meio de plantões ativos para cada dia da semana; os profissionais anestesistas atuam desde o período pré até o pós-operatório; as atividades do serviço estão normalizadas, documentadas e são monitorizados indicadores específicos do serviço; a infra-estrutura permite a realização de atos cirúrgicos de alto risco; o serviço planeja atividades de treinamento para todos os membros da equipe.
|
Nível 3
Padrão de Controle de Qualidade
Os profissionais do serviço são especialistas; trabalham com protocolos clínicos definidos pela equipe e desenvolvem atividades de atualização técnico-profissional periódicas; o serviço coordena regularmente atividades de avaliação do desempenho técnico da equipe e trabalha com o objetivo de melhoria contínua; a incorporação tecnológica do setor é planejada de acordo com o perfil da Instituição e dos indicadores monitorados.
|
ASSISTÊNCIA OBSTÉTRICA
Modalidade de atendimento que inclui a mulher gestante, puérpera e o recém-nascido.
Nível 1
Padrão de Exigências
O serviço conta com equipe para o atendimento ao parto: médico obstetra, pediatra e enfermeiro; conta com setores diferenciados e equipamentos para os procedimentos relacionados à gestante, puérpera e recém-nascido; tem uma equipe que orienta as mães quanto à importância do aleitamento materno e outros cuidados de puericultura.
|
Nível 2
Padrão de Procedimentos
O modelo assistencial está definido em procedimentos que garantem o atendimento pré e perinatal até a alta, possibilitando a opção do alojamento conjunto; o hospital conta com equipe assistencial de plantão ativo para o atendimento de gestantes de riscos; há condições para recepção e reanimação do neonato, até a sua transferência para um centro de maior complexidade, quando necessário; existe manual de normas, rotinas e procedimentos, atualizados periodicamente; o serviço realiza avaliação de seu desempenho.
|
Nível 3
Padrão de Controle de Qualidade
O hospital dispõe de política de melhoria da qualidade que envolve estrutura, tecnologia e atualização técno-científica; mantém um programa de avaliação que permite conhecer o grau de satisfação da clientela e utilizar tais informações para correções e planejamento.
|
NEONATOLOGIA
Corresponde aos serviços e instalações destinados à atenção aos recém-nascidos normais e patológicos, assim como às unidades de terapia intensiva neonatal para recém-nascidos de alto risco.
Nível 1
Padrão de Exigências
O hospital conta com instalações adequadas para a atenção aos recém-nascidos normais; possibilita ao pai do RN acompanhar todas as fases do processo de atenção ao bebê e conta com responsável técnico habilitado para a condução do serviço.
|
Nível 2
Padrão de Procedimentos
O serviço conta com manuais, rotinas e procedimentos documentados; realiza treinamento continuado dos técnicos; atua no atendimento ao recém-nascido patológico, claramente diferenciado do recém-nascido normal e pode resolver os principais agravos do RN de médio risco.
|
Nível 3
Padrão de Controle de Qualidade
O Serviço de Neonatologia dispõe de unidade em condições de atendimento ao recém-nascido de alto risco, bem como possui sistemas de aferição da satisfação dos clientes e se integra ativamente ao programa institucional da qualidade e produtividade; seus serviços estão integrados ao sistema de informação do hospital, dispondo de dados, taxas e indicadores que permitem a avaliação do setor e comparações com referenciais adequados.
|
UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO
É o conjunto de elementos destinados ao atendimento de pacientes com risco iminente de morte, com possibilidade de recuperação, que requerem serviços de assistência médica e de enfermagem nas 24 horas.
Nível 1
Padrão de Exigências
A Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) possui coordenação médica que articula as diferentes especialidades, com base no plano terapêutico e na atuação da equipe multiprofissional; dispõe de recursos humanos e materiais, equipamentos e medicamentos necessários aos procedimentos de diagnose e terapêutica.
|
Nível 2
Padrão de Procedimentos
A assistência do paciente da UTI observa um planejamento individualizado, preservando a sua privacidade; os procedimentos e normas estão escritos e disponíveis para a equipe; as fases do processo do tratamento prevêem a transferência do paciente para unidade intermediária; o registro de atividades e controles periódicos consta do prontuário e subsidia a avaliação da assistência e as práticas de auditoria interna; a equipe recebe treinamento periódico e sistemático.
|
Nível 3
Padrão de Controle de Qualidade
O serviço oferece pelo menos uma outra especialidade, além das citadas anteriormente, dispondo de equipamentos e recursos correspondentes; a equipe faz uso de protocolos clínicos para o atendimento de situações de emergência e realiza avaliações periódicas da sua eficiência.
|
|
| |
|
|

| | EPIDEMIOLOGA | | | | Epidemiologia e prevenção da tuberculose Epidemiologia e prevenção da hanseníase Epidemiologia e prevenção da infecção meningocócica Epidemiologia e controle da doença de Chagas Epidemiologia e controle da malária |
| |
|
| | Saúde p/Todos | | | | O IBS leva a todas as crianças em faixa etária de 0 à 16 anos um trabalho de acompanhamento a saúde, prevenindo males que podem atingir a infância e que com o acompanhamento médico preventivo, orientação adequada, higiene e assistência a família são possíveis de controle e prevenção.
|
| |
|
| | Projeto | | | | VACINAR A MELHOR PREVENÇÃO O IBS está promovendo campanha de vacinação contra Gripe H1N1 nas Escolas visando atender a população que não receberá vacina do Governo. No ambiente escolar as crianças entre 2 a 18 anos estão sujeitas diariamnete a serem infectadas pelo virus H1N1.
|
| |
|
| | TABAGISMO | | | | Para facilitar o processo referente ao tratamento do tabagismo na rede SUS, disponibilizamos a cópia em pdf do Manual do Participante "Deixando de Fumar sem Mistério"
|
| |
|
|