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 Programa Saúde da Família 
 
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Os avanços na área de saúde pública conseguidos nos últimos oito anos resultam de uma mudança no eixo das políticas públicas, da qual a de maior envergadura é a expansão do Programa Saúde da Família (PSF), que aproximou o atendimento médico das residências dos brasileiros, especialmente nas pequenas cidades do interior e nas periferias das capitais.


• Em outubro de 2002, o programa atingiu a marca de 54.886.049 pessoas atendidas. • Dos 175 milhões de pessoas que formam a população do Brasil, praticamente um terço recebe os cuidados básicos do PSF. É exatamente a parcela mais pobre da população a mais beneficiada. • Confira a evolução dos números de 1994 a outubro de 2002. O Brasil tinha apenas 328 equipes de Saúde da Família, número que saltou para 16.657. Houve um acréscimo de 16.329 equipes, ou de 4.978%, nos dois mandatos. A evolução da população atendida foi de 1,1 milhão para 54.886.049. Os municípios atendidos eram 55, número que passou para 4.187.


• O objetivo do PSF é reorganizar a assistência à população em novas bases, substituindo o modelo tradicional, orientado para a cura de doenças e realizado principalmente no hospital. O centro da atenção passou a ser a família em seu local de moradia e em seu ambiente social – uma visão mais ampla das relações entre saúde e doença.


• Nessa estratégia, a prioridade passou a ser dada às ações de promoção, proteção e recuperação da saúde dos indivíduos e da família, do recém-nascido ao idoso, sadios ou doentes, de forma integral e contínua.


• O programa está organizado a partir da Unidade de Saúde da Família, formada por uma equipe multiprofissional composta por no mínimo nove pessoas: um médico, um enfermeiro, dois auxiliares de enfermagem e cinco agentes comunitários de saúde. Cada equipe assume a responsabilidade por uma parcela da população (cerca de 3.500 pessoas em média).


• Eles devem estar preparados para conhecer a realidade das famílias pelas quais são responsáveis, por meio do cadastramento e do diagnóstico das suas características. Além disso, devem identificar os problemas de saúde predominantes e as situações de risco aos quais a população está exposta. E prestar assistência integral àquelas famílias em casa, na comunidade e no acompanhamento quando houver necessidade de serem atendidas nos postos de saúde e hospitais.


• Funcionando adequadamente, as unidades básicas do programa são capazes de resolver praticamente nove em cada dez problemas de saúde apresentados em uma comunidade. Prestam um atendimento de bom nível, previnem doenças, evitam internações desnecessárias e contribuem para melhorar a qualidade de vida da população. Assim, é possível diminuir o fluxo dos usuários para os níveis mais especializados e desafogar os hospitais.


• Além de ampliar o acesso aos serviços de saúde, o programa humaniza o atendimento porque os profissionais que compõem as equipes conhecem todas as famílias que moram na área sob sua responsabilidade.


• Além de médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem e agentes comunitários, outros profissionais podem ser incorporados ao trabalho, a exemplo de dentistas, assistentes sociais e psicólogos. Eles formam equipes de apoio, de acordo com as necessidades e as possibilidades locais.


• Cada consulta de uma equipe de Saúde da Família evita que estatísticas elevadas sobre certas doenças no Brasil continuem crescendo. Mais que isso: o projeto mostra na prática que é possível humanizar o atendimento. Quem já foi atendido sabe da eficácia. Doenças são evitadas, diagnósticos são mais rápidos e precisos.


• A estratégia de Saúde da Família reafirma e incorpora os princípios básicos do Sistema Único de Saúde (SUS) definidos na Constituição Federal de 1988: universalização, descentralização, integralidade e participação da comunidade.


• A primeira etapa de implantação do PSF começou em 1991, por meio do Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). A partir de 1994, foram formadas as primeiras equipes Saúde da Família, incorporando e ampliando a atuação dos agentes comunitários.


• Em 2001, foram implantados 30 cursos de residência médica com especialização em Saúde da Família.

 

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